Digital x Manual

Num tempo em que as relações interpessoais se ampliam em função da evolução tecnológica eu fico a refletir  sobre a evolução do comportamento humano diante de tantas mudanças digitais a que estamos e somos sujeitos e submetidos. No momento em que ligo o computador me deparo com uma chuva de 'informação'. Softwares, janelas abertas com páginas da internet, redes de compartilhamento e conversação, players de mídia audiovisual, imagens em 3D, uma infinidade de opções para prender minha atenção e ocupar o maior tempo do meu dia em frente a um objeto que me levará pra onde?

Cabe a mim escolher o rumo do meu passeio, mas navegar é preciso. China, Indonésia, Rússia ou quem sabe num cantinho de uma ilha qualquer. Basta um 'click' e eu posso ir aonde nunca imaginei ou sempre quis estar. O mundo está sob influência do eletrônico, do digital. A tecnologia alcança um ponto que jamais poderia ser alcançado com vista curta sobre um mar de possibilidades em equações numéricas, em bits, bytes, megabytes, gigabytes...

Ha alguns dias abri a página do Youtube e fui em busca de alguma reportagem pra ampliar o meu conhecimento sobre telejornalismo, joguei na busca a palavra chave e me aparece uma lista, escolhi essas duas pra compartilhar com vocês:


Além de percebermos a 'evolução' das repórteres das matérias, cabe uma reflexão rápida sobre o 'e-mail'. Em 2011, com a grande quantidade de opções de redes sociais o e-mail têm sido uma 'segunda opção'  assim como as cartas pelo correio foram quando chegado o correio eletrônico. Orkut, Twitter, Facebook, uma vasta lista de formas para se conectar a pessoas de diferentes lugares, pensamentos, opiniões, culturas, hábitos e tradições.

Será que o sentimento se constitui da mesma fórmula quando se escreve um e-mail e uma carta? Será que expressar em caracteres é o mesmo, ou substitui com a mesma equivalência o manuscrito? Você já recebeu uma carta escrita a punho?

É certo que a agilidade de enviar um 'emotion' pela rede é insubstituível, mas expressar de tal forma que o remetente da carta perceba com tanta sinceridade e desejo de ser lido e respondido não tem preço.

Portanto, assim como a discussão entre o Jornalismo Impresso e o Jornalismo Digital, eu acredito piamente que nenhum meio substitui o outro, mas acrescenta em uma nova forma de comunicar. Tanto a carta como o jornal impresso recebem influências no conteúdo, mas mantém os princípios e as características.

Obrigado pela leitura da postagem.
Um abraço e até a próxima.

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Paulo