Joelma 23º Andar

imagem: Google
Tragédia, morte, espiritismo, vida.

Filme nacional de 1979 baseado na obra "Somos Seis" - psicografada por Chico Xavier -, Joelma 23º Andar foi o primeiro longa brasileiro espírita e o único a retratar o incêndio do Edifício Joelma no dia 1 de fevereiro de 1974. A tragédia deixou mais de 170 mortos e mais de 300 feridos.

Obviamente que diferente, por sua temática, de outras produções da época, que frequentemente abordavam sexualidade, o filme mostra o cotidiano de uma família paulistana simples que foi modificado após o acontecido no prédio da capital paulista que tirou a vida da jovem Lucimar.

Uma jovem cheia de sonhos, com as mesmas ambições de alguém de sua idade, ela sentia que algo estava prestes a acontecer, confirmando-se em sua sensibilidade e atitudes.

O final do filme traz uma passagem sobre aspectos espíritas bem interessantes, principalmente em seu discurso, o que é mais relevante.

Com algumas falhas de continuidade e uma atuação bem própria da década em que foi rodado, Joelma 23º Andar não deixa de ser um filme rico em história, análise e observação.


Os depoimentos no final do filme são bem interessantes:



Beth Goulart, atriz que interpreta a personagem principal, Lucimar, comenta sobre sua participação no filme, visão sobre o espiritismo e faz uma boa observação sobre a fé:

"O Brasil é um país bem aventurado, é um país cheio de fé. A fé é uma energia muito poderosa e quando a gente acredita no poder que essa fé tem, ela fica mais poderosa ainda."


Já o diretor do filme Clery Cunha, relata sobre os bastidores e algumas adversidades durante a gravação, inclusive com a polêmica de "manifestações do além" durante as filmagens com Chico Xavier.



Além das duas personalidades, outros envolvidos na produção também fazem seus relatos sobre o filme, que está disponível no YouTube e compartilho abaixo com vocês.



Um grande abraço e espero que façam bom proveito do filme. Até a próxima! ;)

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Paulo